Participantes destacam momento promissor do Brasil

Montado na Marina da Glória durante o Fashion Rio, o espaço Sebrae traz como tema principal a conectividade, com o objetivo de aproximar os empreendedores do mercado da moda e de seus consumidores. A decoração tem como referência os espaços digitais e possui tablets espalhados pelo lounge para facilitar o acesso dos visitantes aos principais sites de moda do país. Entre as diversas programações do espaço durante o evento, um talk show sobre gestão e mercado de moda, mediado pela sócia-diretora do Instituto Rio Moda, Alessandra Marins, acompanhada da diretora comercial da Enjoy, Lisete Almeida, do gerente de marketing da Farm, André Carvalhal, do gerente de moda da Abit, Evilásio Miranda com a participação do diretor superintentente do Sebrae-RJ, Cézar Vasquez, foi a pauta da última quinta-feira, 18.

O papo teve como assunto a nova situação do mercado de moda no Brasil. Alessandra destaca que este é um momento promissor: "O Brasil é o país que mais possui cursos de graduação em moda em todo o mundo, chegando a aproximadamente 170 cursos. Estilistas internacionais têm vindo para cá interessandos no que podemos oferecer e isso acaba atraindo investidores". A junção de algumas marcas e o quanto isso pode ajudar os novos empresário também entrou no roteiro. "Os conglomerados estão se tornando cada vez mais comuns, o que os torna forte potência no ramo. Mas em contrapartida é preciso frisar que essa é uma fase delicada para as empresas de grande porte, pois muitas vezes a administração fica mais difícil, o relacionamento com o cliente se torna distante e as empresas se tornam grandes commodities", explica.
André Carvalhal enfatiza que quem deseja entrar no mercado tem que construir uma identidade de marca, pensar no seu público e idealizar histórias próprias: "As oportunidades são infinitas, mas é necessário desenvolver trabalhos mais direcionados, com mão de obra qualificada e identidade própria". Seguindo a mesma linha de raciocínio, Evilásio Miranda comenta o quanto as grandes marcas no Brasil estão sendo espremidas pela globalização, pois de um lado encontram-se as grandes potências mundiais, como a Prada por exemplo, e de outro, mercados mais propícios para exportação, como a China. "Temos que ir além de buscar a nossa verdade, precisamos enxergar o mundo como todo, e está aí a oportunidade dos novos entrantes da moda no Brasil", garante.
Durante a conversa, os convidados também analisaram o mercado e-commerce, um caminho de venda quem vem crescendo em todo o mundo, mas que, segundo Alessandra, é difícil e muito delicado: "Parece muito simples iniciar um negócio a partir de vendas pela internet, mas o desafio está em se manter e principalmente em como expandir esse empreendimento". Para Lizete Almeida, é necessário criar fluxo, por isso esse não é necessariamente um caminho mais fácil. "A concorrência é maior e os problemas de logística são quase imensuráveis", explica. André concorda e salienta que o diferencial é a chave de um grande negócio. "Nestes casos também é fundamental arquitetar táticas, não apenas de penetração, mas também de divulgação da marca". Cézar conclui o assunto ressaltando que hoje em dia os consumidores buscam um alto valor agregado em uma marca, mas que o microempresário não pode esquecer o produto, que deve sempre ser criado cuidadosamente.


Montado na Marina da Glória durante o Fashion Rio, o espaço Sebrae traz como tema principal a conectividade, com o objetivo de aproximar os empreendedores do mercado da moda e de seus consumidores. A decoração tem como referência os espaços digitais e possui tablets espalhados pelo lounge para facilitar o acesso dos visitantes aos principais sites de moda do país. Entre as diversas programações do espaço durante o evento, um talk show sobre gestão e mercado de moda, mediado pela sócia-diretora do Instituto Rio Moda, Alessandra Marins, acompanhada da diretora comercial da Enjoy, Lisete Almeida, do gerente de marketing da Farm, André Carvalhal, do gerente de moda da Abit, Evilásio Miranda com a participação do diretor superintentente do Sebrae-RJ, Cézar Vasquez, foi a pauta da última quinta-feira, 18.

O papo teve como assunto a nova situação do mercado de moda no Brasil. Alessandra destaca que este é um momento promissor: "O Brasil é o país que mais possui cursos de graduação em moda em todo o mundo, chegando a aproximadamente 170 cursos. Estilistas internacionais têm vindo para cá interessandos no que podemos oferecer e isso acaba atraindo investidores". A junção de algumas marcas e o quanto isso pode ajudar os novos empresário também entrou no roteiro. "Os conglomerados estão se tornando cada vez mais comuns, o que os torna forte potência no ramo. Mas em contrapartida é preciso frisar que essa é uma fase delicada para as empresas de grande porte, pois muitas vezes a administração fica mais difícil, o relacionamento com o cliente se torna distante e as empresas se tornam grandes commodities", explica.
André Carvalhal enfatiza que quem deseja entrar no mercado tem que construir uma identidade de marca, pensar no seu público e idealizar histórias próprias: "As oportunidades são infinitas, mas é necessário desenvolver trabalhos mais direcionados, com mão de obra qualificada e identidade própria". Seguindo a mesma linha de raciocínio, Evilásio Miranda comenta o quanto as grandes marcas no Brasil estão sendo espremidas pela globalização, pois de um lado encontram-se as grandes potências mundiais, como a Prada por exemplo, e de outro, mercados mais propícios para exportação, como a China. "Temos que ir além de buscar a nossa verdade, precisamos enxergar o mundo como todo, e está aí a oportunidade dos novos entrantes da moda no Brasil", garante.
Durante a conversa, os convidados também analisaram o mercado e-commerce, um caminho de venda quem vem crescendo em todo o mundo, mas que, segundo Alessandra, é difícil e muito delicado: "Parece muito simples iniciar um negócio a partir de vendas pela internet, mas o desafio está em se manter e principalmente em como expandir esse empreendimento". Para Lizete Almeida, é necessário criar fluxo, por isso esse não é necessariamente um caminho mais fácil. "A concorrência é maior e os problemas de logística são quase imensuráveis", explica. André concorda e salienta que o diferencial é a chave de um grande negócio. "Nestes casos também é fundamental arquitetar táticas, não apenas de penetração, mas também de divulgação da marca". Cézar conclui o assunto ressaltando que hoje em dia os consumidores buscam um alto valor agregado em uma marca, mas que o microempresário não pode esquecer o produto, que deve sempre ser criado cuidadosamente.

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fonte: http://www.usefashion.com/
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